Itapoá 26 de abril 21 anos

Enquete publicada no Jornal Folha de Itapoá no mês de abril de 2010.

Itapoá   26 de abril   21 anos

“Nesses meus quinze anos de Itapoá, marcaram muito minha memória a tranquilidade e a segurança que tínhamos aqui. As estradas eram um sofrimento; por duas vezes chegou a cair o motor do meu carro, tive que ser rebocado. Hoje, com o aumento da população que deve ter dobrado nesse período, um problema sério na minha visão agora é a inSegurança e a proliferação das drogas. Já fui roubado duas vezes. Esta é minha maior preocupação.
Para o futuro, já que o Porto é inevitável, que ele venha proporcionar novas fontes de renda para o município e não mais a total dependência dos recursos da prefeitura. Que venham novas empresas para mudar o cenário econômico e social. É essa a expectativa geral pela movimentação imobiliária que se vê”.    (Reinaldo Sampaio Bexiga, 47 anos, bioquímico).

“Quarenta anos atrás, quando cheguei, só tinha a minha casa no Balneário Rio Gracioso. A estrada de acesso à praia era tão ruim que levávamos até duas horas para chegar. A gente utilizava ruas que nem existem mais.
Hoje, pelo tempo decorrido, Itapoá sofreu um grande desenvolvimento.
Para o amanhã, gostaria de deixar um alerta: melhor planejamento, com ruas mais largas, principalmente. Se hoje elas são de oito metros, que sejam no mínimo de 12 de leito com quatro metros para calçadas de cada lado. Porque o crescimento maior da cidade está vindo e devemos nos prevenir para as condições do trânsito”. (Jota Montes, 71 anos, comunicador)

“Antes, a natureza era mais preservada. A infância era maravilhosa na praia. Não existia luz nem água, mas tínhamos fartura. A maior dificuldade era o meio de locomoção. Não tínhamos transporte. Hoje a praia continua maravilhosa. Com tudo que foi criado em infraestrutura, hoje temos acesso a várias cidades próximas, temos muito asfalto, comércio em expansão…
Para o amanhã, acredito que haverá um crescimento acelerado na hora que o Porto começar a funcionar. Vamos estar mais integrados com as cidades vizinhas e torcer para que Itapoá seja preservada no seu meio ambiente sem perder a essência”.  (Marli Leandro Carneiro, 50 anos, funcionária pública desde 1991)

“Ao ontem agradeço pela qualidade de vida que Itapoá me proporcionou, assim como a minha família. Também agradeço pelas conquistas pessoal e profissional, especialmente no período em que atuei como conselheira tutelar.
Em Itapoá continuo tendo qualidade de vida e me sinto como mãe, vendo o filho crescer, vendo o seu desenvolvimento…
Para o amanhã, espero que haja um melhor planejamento em todas as áreas para que meus netos tenham no mínimo o que tive aqui”. (Rosane Minatti, 50 anos, moradora)

“Para quem vive aqui desde 1958, como eu, as lembranças que ficam são boas, outras nem tanto. Tínhamos fartura de peixe, muita amizade entre os poucos moradores e muitas excursões de visitantes e investidores. Isso quando a cidade não tinha nem estrada, além da entrada pela Serrinha. Não tinha água encanada nem luz. Só tempos depois é que começou o desenvolvimento.
Hoje temos grandes empreendedores e tudo é mais prático; hoje todo mundo aqui tem a faca e o queijo na mão e ainda reclama. Temos boas estradas, temos bons serviços de saúde, educação, comércio com vida própria… A vida agora é bem mais fácil.O amanhã imagino uma Cancun, divulgada no mundo inteiro através da Internet. Para quem participou da emancipação de Itapoá, será mais um sonho realizado”.   (Toninho Paese, 62 anos, pioneiro).

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